
Empresa de Segurança Eletrônica em Roraima
Roraima é a fronteira agrícola e energética mais dinâmica do Brasil, com PIB crescendo 11,3% em 2022 - maior alta do país - e 30,6% acumulado entre 2019 e 2023. O Linhão de Tucuruí (725 km, 500 kV, R$3,3 bilhões) foi energizado em setembro de 2025 e conecta o estado ao Sistema Interligado Nacional a partir de janeiro de 2026, encerrando décadas de dependência de termelétricas e energia importada da Venezuela. A Zona Franca de Boa Vista e Bonfim abriga aproximadamente 6.000 empresas cadastradas com incentivos fiscais para indústria e comércio. A pecuária expandiu 73,1% desde 2018, atingindo 1,35 milhão de cabeças em 2025. A produção de grãos bateu recorde com 692 mil toneladas em 2024/25, incluindo 462 mil toneladas de soja. A posição fronteiriça com Venezuela (BV-8) e Guiana (BR-401) adiciona complexidade logística e demanda por segurança de operações comerciais e humanitárias. Para segurança eletrônica, o estado exige projetos em subestações de transmissão, terminais de carga, instalações da Zona Franca, frigoríficos e operações de fronteira.
Conheça também proteção perimetral em Roraima.
Conheça nossas engenharia de segurança para infraestrutura crítica.

Parque Eólico
Parque eólico panorâmico com turbinas e infraestrutura de segurança

Instalação Eólica

Torre de Monitoramento

Videowall
Central de monitoramento com videowall exibindo câmeras de segurança
Atendimento e SLA
Atendimento em Boa Vista via parceiros homologados com experiência em energia e logística. Subestações e linhas de transmissão do Linhão de Tucuruí recebem mobilização conforme criticidade contratada. Interior do estado - incluindo Rorainópolis, Alto Alegre e Caracaraí - atendido com planejamento logístico para projetos de maior porte. Operações de fronteira com Venezuela e Guiana exigem antecedência adequada.
Experiência Local
Entregas incluem sistemas de CFTV e controle de acesso para subestações de transmissão 500 kV, proteção de instalações da Zona Franca com dezenas de empresas, segurança de frigoríficos e beneficiadoras, monitoramento de terminais de carga e distribuição, proteção de operações de fronteira com controle de fluxo. Escopo abrange integração VMS com sistemas SCADA de energia, controle de acesso biométrico em plantas industriais, e documentação de conformidade para auditorias de concessionárias e órgãos de fronteira.
Desafios de Segurança em Roraima
Contexto de Segurança Eletrônica em Roraima
Entenda as demandas de segurança corporativa e infraestrutura crítica no estado.
Linhão de Tucuruí: Integração ao Sistema Interligado Nacional
O Linhão de Tucuruí representa o maior projeto de infraestrutura energética de Roraima, com 725 km de extensão, tensão de 500 kV em circuito duplo e investimento total de R$3,3 bilhões. A linha foi energizada em setembro de 2025 e a conexão plena ao Sistema Interligado Nacional (SIN) ocorreu em janeiro de 2026, encerrando décadas de isolamento elétrico que dependia de termelétricas a óleo diesel e energia importada da Venezuela. A capacidade de transmissão atinge 1.000 MW, muito superior à demanda estadual atual de aproximadamente 200 MW. A subestação de Boa Vista é o ponto de chegada da energia. O projeto enfrentou desafios como a travessia de terras indígenas (Waimiri Atroari) e áreas de floresta amazônica, exigindo licenciamento ambiental complexo. Para segurança eletrônica, subestações de transmissão 500 kV exigem CFTV de pátios de equipamentos, proteção perimetral com sensores de intrusão, controle de acesso de técnicos de manutenção, e integração com sistemas SCADA de operação.
Zona Franca de Boa Vista e Bonfim: Incentivos Industriais
A Zona Franca de Boa Vista e Bonfim abriga aproximadamente 6.000 empresas cadastradas que se beneficiam de incentivos fiscais para produção industrial e comercialização. O modelo de zona franca replica parcialmente os benefícios da Zona Franca de Manaus, oferecendo redução de impostos federais para empresas que produzem ou comercializam na região. O Distrito Industrial de Boa Vista concentra plantas de beneficiamento, montagem e processamento. Atividades incluem fabricação de móveis, beneficiamento de alimentos, confecções e componentes. A posição geográfica na fronteira norte permite acesso a mercados da Venezuela e Guiana. O crescimento econômico estadual de 11,3% em 2022 (maior do Brasil) e 30,6% acumulado entre 2019-2023 reflete a dinamização econômica. Para segurança eletrônica, empresas da Zona Franca exigem CFTV de plantas industriais e linhas de produção, controle de acesso de funcionários e visitantes, proteção de estoques de produtos acabados, e monitoramento de expedição e recebimento de mercadorias.
Fronteira Agropecuária: Pecuária e Grãos em Expansão
Roraima é a fronteira agropecuária mais dinâmica do Brasil, com o rebanho bovino crescendo 73,1% desde 2018 para atingir 1,35 milhão de cabeças em 2025. A projeção de abates para 2025 é de 180.515 animais. A produção de grãos bateu recorde com 692 mil toneladas em 2024/25, incluindo 462 mil toneladas de soja, 117 mil toneladas de milho e 113 mil toneladas de arroz. A área plantada expandiu para 163.251 hectares. O cerrado roraimense (lavrado) oferece condições favoráveis para agricultura mecanizada, com topografia plana e clima definido. Frigoríficos e abatedouros processam a produção pecuária local. Silos e armazéns de grãos estão em expansão. Mucajaí, Alto Alegre e Bonfim concentram a produção agrícola. Para segurança eletrônica, operações agropecuárias exigem CFTV em silos e armazéns de grãos, controle de acesso em frigoríficos e abatedouros, monitoramento de fazendas de produção, e proteção de revendas de insumos agrícolas e máquinas.
Fronteira Norte: Venezuela e Guiana
Roraima compartilha fronteira com dois países: Venezuela (através de Pacaraima/Santa Elena de Uairén na BV-8) e Guiana (através de Bonfim/Lethem na BR-401). A crise venezuelana trouxe 77.563 migrantes para Roraima, representando 12,84% da população estadual. A Operação Acolhida, coordenada pelo Exército Brasileiro, opera abrigos e centros de atendimento em Boa Vista e Pacaraima. A fronteira com a Guiana conecta Roraima ao Caribe e ao Atlântico Norte através de Georgetown. O comércio de fronteira movimenta produtos em ambas as direções. A BR-174 conecta Boa Vista a Manaus (785 km) e Pacaraima (215 km). Para segurança eletrônica, operações de fronteira exigem CFTV em postos de passagem e áreas de controle, monitoramento de fluxo de pessoas e veículos, segurança de abrigos e centros humanitários, e proteção de infraestrutura de transporte.
Mineração e Ecoturismo: Potenciais Econômicos
Roraima possui potencial mineral em ouro, diamante, nióbio e terras raras, com atividades de mineração em áreas autorizadas. A extração de areia e cascalho atende a construção civil. Garimpos legalizados operam em áreas definidas pelo órgão ambiental estadual. O Monte Roraima (2.875 m), tríplice fronteira Brasil-Venezuela-Guiana, é o principal atrativo de ecoturismo internacional. A Serra do Tepequém oferece trilhas, cachoeiras e paisagens de antigo garimpo de diamantes. O Parque Nacional do Monte Roraima recebe visitantes que completam a trilha de 7 dias até o topo do tepui. Operadores turísticos em Boa Vista organizam expedições. Para segurança eletrônica, operações de mineração exigem CFTV de áreas de extração e beneficiamento, controle de acesso de trabalhadores e veículos, e proteção de equipamentos. Estruturas turísticas exigem CFTV em hotéis e pousadas, e monitoramento de áreas de lazer.
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Perguntas Frequentes em Roraima

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