
Empresa de Segurança Eletrônica em Mato Grosso do Sul
Mato Grosso do Sul é potência diversificada combinando celulose, etanol, frigoríficos e mineração. O estado é o maior exportador de celulose do Brasil (29% das exportações nacionais), liderado por Suzano (5,8 Mt/ano em Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo) e Eldorado (1,8 Mt/ano). A produção de etanol atingiu recorde de 4,2 bilhões de litros em 2024/25, com 37% originado de milho - segunda maior produção do Brasil. O frigorífico JBS Campo Grande II receberá R$ 150 milhões para se tornar o maior da América Latina, processando 4.400 cabeças/dia. O Porto de Corumbá exportou 7,79 milhões de toneladas de minério de ferro em 2025 (+61% YoY) via hidrovia Paraguai-Paraná. A fronteira com Paraguai e Bolívia adiciona complexidade logística e requisitos de segurança específicos. Para segurança eletrônica, o estado exige projetos em fábricas de celulose, usinas de etanol, frigoríficos de grande porte, terminais portuários fluviais e operações de fronteira.
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Conheça nossas engenharia de segurança para infraestrutura crítica.

Instalação de Sensores
Equipe Aeon Security instalando sensores em cerca perimetral de alta segurança

Monitoramento PTZ

Centro de Operações

Comissionamento
Engenheiro da Aeon Security em parque eólico durante comissionamento de segurança
Atendimento e SLA
Atendimento em Campo Grande e Dourados via parceiros homologados com experiência em frigoríficos e agroindústria. Três Lagoas (celulose) e Corumbá (mineração/fronteira) atendidos conforme escopo e criticidade. Ponta Porã e região de fronteira com planejamento logístico específico.
Experiência Local
Entregas incluem sistemas de CFTV e controle de acesso para fábricas de celulose de grande porte, segurança de frigoríficos com milhares de funcionários em turnos, monitoramento de usinas de etanol, proteção de terminais portuários fluviais em Corumbá. Escopo abrange integração VMS, controle de acesso biométrico de alto fluxo, e documentação de conformidade para auditorias industriais e de exportação.
Desafios de Segurança em Mato Grosso do Sul
Contexto de Segurança Eletrônica em Mato Grosso do Sul
Entenda as demandas de segurança corporativa e infraestrutura crítica no estado.
Maior Exportador de Celulose do Brasil: 7,6 Milhões de Toneladas/Ano
Mato Grosso do Sul é o maior exportador de celulose do Brasil, respondendo por 29% das exportações nacionais. Suzano opera duas linhas em Três Lagoas (3,25 Mt/ano) e a planta Cerrado em Ribas do Rio Pardo (2,55 Mt/ano), totalizando 5,8 Mt/ano. Eldorado Brasil complementa com 1,8 Mt/ano em Três Lagoas. A capacidade instalada de 7,6 Mt/ano posicionaria o estado como 11º maior produtor mundial se fosse país independente. Investimentos de R$ 22,2 bilhões na planta Cerrado e projetos anunciados da Bracell (R$ 16 bi) e Arauco (R$ 25 bi) expandirão a capacidade para 14,7 Mt/ano. Para segurança eletrônica, fábricas de celulose exigem CFTV de áreas de produção e pátios de estocagem, controle de acesso de milhares de funcionários em turnos, proteção de infraestrutura energética (150-180 MW por planta), e monitoramento de operações 24/7.
Etanol: 4,2 Bilhões de Litros e Transformação Agroindustrial
Mato Grosso do Sul produziu recorde de 4,2 bilhões de litros de etanol em 2024/25 - 4ª maior produção do Brasil. O destaque é o etanol de milho, que respondeu por 37% da produção total, crescendo 10% mesmo com queda de 5% na moagem de cana. O setor opera 22 plantas industriais e emprega 30.000 trabalhadores diretos, contribuindo com 17% do PIB industrial. A Inpasa opera duas unidades em Dourados e Sidrolândia com capacidade de 800 milhões de litros/ano. A Atvos anunciou R$ 2 bilhões em novas plantas de etanol de milho. Para segurança eletrônica, usinas de etanol demandam CFTV com equipamentos adequados para áreas com risco de explosão, controle de acesso de funcionários e terceiros, monitoramento de tanques de estocagem, e integração com sistemas de segurança de processo.
Frigoríficos: JBS Campo Grande II - Maior da América Latina
O frigorífico JBS Campo Grande II receberá investimento de R$ 150 milhões para dobrar capacidade de 2.200 para 4.400 cabeças/dia, tornando-se o maior da América Latina e um dos três maiores da JBS globalmente. A planta produz 440 toneladas de carne e 2,4 milhões de hambúrgueres diariamente. A força de trabalho dobrará de 2.300 para 4.600 funcionários. A China autorizou 6 novos frigoríficos de MS para exportação, elevando o volume potencial de 467 mil para 2,3 milhões de cabeças. JBS opera 25 plantas no estado e contribui com 3,79% do PIB e 7,2% dos empregos. Para segurança eletrônica, frigoríficos exigem CFTV de linhas de produção e câmaras frias, controle de acesso biométrico de milhares de funcionários em turnos, rastreamento de veículos de carga, e compliance de exportação.
Minério de Ferro e Hidrovia: 7,79 Milhões de Toneladas Exportadas
Corumbá exportou 7,79 milhões de toneladas de minério de ferro em 2025 (+61% YoY), novo recorde histórico. A Vale opera a mina de Corumbá produzindo 2,7 Mt/ano de minério de ferro e 0,2 Mt/ano de manganês. O transporte via hidrovia Paraguai-Paraná conecta Corumbá aos portos de Nueva Palmira (Uruguai) em convoys de barcaças. A Navios South American Logistics movimentou 6,65 Mt em 2025, com projeção de 8,6 Mt em 2026 (+33%). Porto Murtinho registrou 375 mil toneladas de soja exportada, consolidando a hidrovia como corredor alternativo. Para segurança eletrônica, terminais portuários fluviais demandam CFTV de operações de carregamento de barcaças, controle de acesso em áreas de mineração e portos, e monitoramento de infraestrutura de transbordo.
Fronteira e Comércio: Paraguai e Bolívia
Mato Grosso do Sul faz fronteira com Paraguai (Ponta Porã) e Bolívia (Corumbá), gerando intensa atividade de comércio fronteiriço e requisitos de segurança específicos. Ponta Porã forma conurbação com Pedro Juan Caballero (Paraguai) através de fronteira seca, com vendas de Black Friday atingindo US$ 450 milhões em 3 dias. O comércio formal e informal movimenta bilhões de dólares anualmente, atraindo milhares de compradores brasileiros. A presença do PCC e crime organizado transnacional na região exige atenção especial à segurança. A taxa de homicídios de 14,5 por 100 mil (abaixo da média nacional) indica relativa estabilidade. Para segurança eletrônica, operações de fronteira demandam CFTV em estabelecimentos comerciais, proteção de armazéns de mercadorias, e monitoramento de áreas de alto fluxo.
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Perguntas Frequentes em Mato Grosso do Sul

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