Projeto de segurança eletrônica da Aeon Security em Amapá
AP

Empresa de Segurança Eletrônica em Amapá

Amapá é fronteira logística e mineral estratégica do Norte brasileiro, com o Porto de Santana movimentando 3,6 milhões de toneladas em 2025 (+13,5%) e o Projeto Ferro Amapá recebendo US$200 milhões para produzir 5,5-6 milhões de toneladas anuais de minério de ferro com 67,5% de teor - entre os mais altos do mundo. O PIB estadual projeta crescimento de 3,3% em 2025, acima da média nacional de 1,8%. A mineração histórica de manganês em Serra do Navio (ICOMI) e caulim pela CADAM (850 mil t/ano de capacidade) estabeleceu tradição extrativa. O complexo Jari em Laranjal do Jari combinou celulose, mineração e floresta plantada em 16.321 km². A produção de açaí movimenta R$500 milhões/ano, com a Cooperativa Amazonbai triplicando faturamento em 2024 e exportando para EUA e Europa. A fronteira com a Guiana Francesa pela Ponte Binacional (378m) conecta o Brasil a território europeu. Para segurança eletrônica, o estado exige projetos em terminais portuários de grãos e minério, plantas de mineração, beneficiadoras de açaí, e operações de fronteira internacional.

Projetos em Campo
Vista aérea de usina solar com sistema de segurança perimetral

Usina Solar

Vista aérea de usina solar com sistema de segurança perimetral

Poste com câmera de segurança em usina solar fotovoltaica

Vigilância Solar

Equipe Aeon Security em vista aérea de parque solar

Parque Solar

Técnicos configurando painel elétrico em usina solar

Painel Elétrico

Técnicos configurando painel elétrico em usina solar

Atendimento e SLA

Atendimento em Macapá e Santana via parceiros homologados com experiência portuária e logística. Porto de Santana e zona portuária recebem mobilização prioritária conforme criticidade contratada. Interior do estado - incluindo Laranjal do Jari (Jari Celulose), Pedra Branca do Amapari (mineração) e Oiapoque (fronteira) - atendido com planejamento logístico para projetos de maior porte. Operações remotas e de fronteira exigem antecedência adequada.

Experiência Local

Entregas incluem sistemas de CFTV e controle de acesso para terminais portuários de granéis agrícolas (soja, milho) e minério, proteção de operações de mineração de ferro e caulim, segurança de beneficiadoras de açaí com certificação para exportação, monitoramento de complexos industriais integrados (Jari), e proteção de operações de fronteira. Escopo abrange integração VMS com sistemas de gestão portuária, controle de acesso de alto fluxo de motoristas e operadores, e documentação de conformidade para auditorias de exportação e órgãos de fronteira.

Desafios de Segurança em Amapá

Proteção de terminais portuários de grãos e minério (68 navios/ano)
Segurança de operações de mineração de ferro em Pedra Branca do Amapari
Monitoramento de beneficiadoras de açaí com certificação de exportação
Proteção de fronteira internacional com Guiana Francesa
Controle de acesso em complexos industriais integrados (Jari)
Segurança de operações logísticas de soja e milho do Centro-Oeste

Contexto de Segurança Eletrônica em Amapá

Entenda as demandas de segurança corporativa e infraestrutura crítica no estado.

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Porto de Santana: Hub Logístico do Norte

O Porto de Santana é o principal corredor de exportação do Amapá, movimentando 3,6 milhões de toneladas em 2025 - crescimento de 13,5% sobre 2024. A soja representa 62,5% do volume (553 mil toneladas em 2025, +66,8%), originada principalmente de Mato Grosso e transportada via hidrovias amazônicas. O milho responde por 31,7% das operações. A CDSA (Companhia Docas de Santana) recebeu 68 navios graneleiros em 2025. O terminal prepara-se para movimentação de minério de ferro a partir de 2026, quando o Projeto Ferro Amapá iniciar exportações. Para segurança eletrônica, o porto exige CFTV de alta resolução em terminais de granéis agrícolas, controle de acesso biométrico de motoristas e operadores, OCR de placas para controle de fluxo de caminhões, e monitoramento de operações de carregamento de navios.

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Projeto Ferro Amapá: US$200 Milhões em Mineração

O Projeto Ferro Amapá representa a retomada da mineração de ferro em Pedra Branca do Amapari, com investimento total de US$200 milhões pela DEV Mineração (subsidiária da Pedra Branca Alliance/Cadence Minerals). A mina Azteca possui minério de ferro com 67,5% de teor - entre os mais altos do mundo e valorizado por siderúrgicas que buscam reduzir emissões. A capacidade inicial é de 1 milhão de toneladas/ano, expandindo para 5,5-6 milhões de toneladas anuais. A vida útil da mina é de 15-16 anos. O projeto destinou R$5 milhões ao município e R$10 milhões para salários atrasados de ex-trabalhadores. O licenciamento ambiental foi obtido em 2025. Para segurança eletrônica, operações de mineração exigem CFTV de áreas de extração e beneficiamento, controle de acesso de trabalhadores e veículos pesados, e proteção de equipamentos de mineração.

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Açaí para o Mundo: Cooperativa Amazonbai

O Amapá é polo de produção de açaí sustentável, com cadeia que movimenta aproximadamente R$500 milhões anuais. A Cooperativa Amazonbai triplicou seu faturamento em 2024, ultrapassando R$2 milhões de receita. A cooperativa exportou 3,6 toneladas de açaí liofilizado para EUA e Europa, representando 33% do faturamento apesar do volume modesto. A meta para 2025 é processar 900 toneladas de polpa. A Amazonbai é a primeira cooperativa do mundo com tripla certificação FSC (manejo florestal, cadeia de custódia e serviços ecossistêmicos), além de certificação orgânica e selo Amapá. Os 140 cooperados manejam 3.555 hectares de floresta certificada, majoritariamente no Arquipélago do Bailique. Para segurança eletrônica, beneficiadoras de açaí exigem CFTV de áreas de processamento e embalagem, controle de acesso de trabalhadores, e monitoramento de câmaras frias e expedição.

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Complexo Jari: 16.321 km² de Operações Integradas

O Complexo Jari em Laranjal do Jari é um dos maiores projetos industriais integrados da Amazônia, abrangendo 16.321 km² entre Amapá e Pará. Iniciado pelo empresário Daniel Ludwig na década de 1960, o projeto incluiu celulose, caulim, bauxita e floresta plantada. A CADAM opera mineração de caulim com capacidade de 850 mil toneladas/ano, podendo expandir para 1,1 milhão de toneladas. O caulim é transportado por mineroduto através do Rio Jari para processamento em Almerim (PA). A Jari Celulose enfrentou paralisações e dificuldades financeiras, com trabalhadores reportando atrasos salariais. O complexo inclui as cidades-empresa Monte Dourado e Vila Munguba. Para segurança eletrônica, o complexo exige CFTV em plantas industriais, controle de acesso de milhares de trabalhadores, e proteção de vilas residenciais isoladas.

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Fronteira com a Guiana Francesa: Ponte Binacional

O Amapá conecta-se à Guiana Francesa (França/União Europeia) pela Ponte Binacional Franco-Brasileira sobre o Rio Oiapoque, com 378 metros de extensão e torres de 83 metros. A travessia opera em dias úteis das 08:00 às 12:00 e 14:00 às 18:00, fechando nos fins de semana. O sistema de carte de frontalier permite aos moradores de Oiapoque e Saint-Georges travessias de até 72 horas sem passaporte. A BR-156 conecta Macapá a Oiapoque (600 km), com tempo de viagem reduzido de 18 para 7 horas após investimentos de R$185 milhões em 2025. A fronteira de 655 km (360 km pelo Rio Oiapoque) é a única fronteira terrestre do Brasil com território europeu. Para segurança eletrônica, a fronteira exige CFTV em postos de controle, monitoramento de fluxo de pessoas e veículos, e proteção de infraestrutura aduaneira.

Perfil Econômico

Terminal portuário de granéis agrícolas e mineraisMina de ferro a céu abertoBeneficiadora de caulimCooperativa de açaí certificadaComplexo industrial integrado (celulose)Posto de fronteira internacional

Perguntas Frequentes em Amapá

Sim. Desenvolvemos projetos para terminais portuários de granéis com CFTV, controle de acesso e OCR.

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Nossa equipe está pronta para atender seu projeto no estado.

Atuamos em projetos para Porto de Santana, CDSA, Ferro Amapá, DEV Mineração, CADAM, Jari, Amazonbai, Ponte Binacional, Oiapoque, Saint-Georges, Serra do Navio, ICOMI, Pedra Branca do Amapari.

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